sábado, 19 de abril de 2014
terça-feira, 22 de outubro de 2013
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
arrifana 2011...
altas ondas na arrifana e surfei com a minha body o meu grande a migo pedro e a minha qurida amiga flamenca
nós é que vivemos
abraço a todos
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Não há ondas?? Vou correr...
Eu tinha acabado de fazer a curva, na minha corrida matinal, e pela primeira vez, desde que fazia este percurso, que a via correr. Depois da curva agora era a subir, até aos semáforos. Há algum tempo que eu não corria e temia que o cansaço chegasse mais cedo que a vontade. Ela lá ia à sua frente, passada com cadência, nádegas a marcar o ritmo que nem o som de um relógio de sala, tique taque tique taque.
Não podia deixar a distância aumentar. Tinha de encurtar e ultrapassar. Queria ver a sua cara, cumprimentá-la.
Chega à frente, disse para mim. Lembrou-se de ser esta a frase utilizada pelos instrutores quando prestou serviço militar. Aqui não era necessário dizer a motivação estava a correr à minha frente. Chega à frente, repetiu de novo.
Quinze metros… estava confiante.
Ela continuava com a sua passada e eu inclinava o corpo para a frente ao correr. Indiferente à minha corrida.
Eu a querer mostrar a minha frescura física neste trajecto sempre a subir, sem uma única descida ou horizontal. O suor corre pela cara e incomoda a visão. Limpo com a manga da camisola. Endireita as costas e não mostres que estás cansado, digo. Cansado? Eu? Nem por sombras… penso.
Dez metros…
Mais um pouco de velocidade e chego ao pé dela antes dos semáforos no topo da subida.
Ela continua. Parece imperturbável a tudo o que acontece à sua volta. O carro que apita quando passa por ela em sentido contrario, o tipo que bebe café na esplanada e segue a sua corrida com o olhar, a mulher de bata, com cabelo emproado e lacado, que passeia a inveja pela trela quando a vê passar e na paragem de autocarro as duas amigas riem no ciúme do corpo que gostavam de ter.
Cinco metros…
Respira com calma, penso agora. Inspira pelo nariz, expira pela boca e assim aumentas o rendimento do esforço, continuo a pensar.
Ela continuou a marcar o trajecto com a sua passada. Calção justo da cor do mar e lycra de alças, branca. Contrasta com o moreno das férias. Cabelo apanhado em rabo-de-cavalo, que balança, tal e qual um ponteiro de um metrónomo, e marca o ritmo musical da sua corrida.
Um metro…
Alarga a passada, oiço no meu interior. Estás de novo com o corpo inclinado para a frente, repito para mim. E continuo, Olha a respiração, está tudo atabalhoado, não desistas falta tão pouco para a ultrapassares e num bom dia que dirás, vais ver o seu sorriso a devolver o cumprimento.
Estás lado a lado…
Bom dia, digo e olhei para ela.
Não há sorriso de volta só silêncio.
Olha em frente e continua a correr como fizeste nestes últimos metros, de novo a voz incomodativa dentro de mim. Se ela tentar ultrapassar ou acompanhar-te tens companheira de corrida, diz a voz de novo.
Está a dois metros de ti…
Quando passei pareceu-me ver algo de diferente. Deve ser do cansaço e do suor a escorrer nos olhos. Continua. Não aumentes o ritmo e mantém a distância, pensa de voz silenciosa.
Oiço o som dos seus passos atrás de mim. Não sinto aproximação.
Uma picada na minha perna direita???? Deve ser uma mosca, livra nem a correr as moscas deixam de picar.
Mantém o passo, mantém o passo, insisto comigo. Mais um pouco de esforço, assim que chegar aos semáforos é a descer. Mantém o ritmo, anda lá, continua a voz.
Nova picada e a perna fraqueja.
Ai!!!
Agarro-me à perna e coxeio. Tenho de parar. De novo a distensão muscular.
Insisto… não dá. Paro e encosto-me ao sinal de stop do cruzamento.
Ela aproxima-se, mantém a sua passada, olhar em frente e novo silêncio ao cruzar o sinal de stop, onde estou. Uma lesão antiga quando corria no Benfica, falo alto para ela ouvir.
nenhum comentário. Nada.
Quando passou por mim é que reparei no que tinha achado de estranho ao passar por ela. O porte musical de passada certa e cadenciada confirmava-se, mas apresentava uma ligeira zona acinzentada no lábio superior e junto das orelhas. O olhar é afunilado. Por esta razão não devolveu o cumprimento de sorriso e não me viu, penso eu. E ainda bem, murmuro.
Não consigo correr e tenho de voltar para casa com a distensão.
Há manhãs assim… inesperadas.
(a corrida matinal ocorreu tudo o resto é ficcional, menos a distensão)
terça-feira, 30 de agosto de 2011
ondas de gala...
segunda-feira, 16 de maio de 2011
livra tá um silêncio...
O sol tinha acabado de abrir a pestana, quando passava a ponte. Olhei o Tejo e estava um espelho de silêncio, negro. Mafalda Veiga calou a solidão que tinha como companheira de viagem, quando começou a cantar Imortais. Lembrei-me dos meus filhos, em especial da minha filha por ser esta a nossa canção, e lembrei-me dos meus amigos, que gostava que fossem imortais.
Silêncio no fim da canção, de novo.
Segui em direcção ao mar, em direcção à costa.
Pouca gente no parque de estacionamento dos pontões, embrulhados nas toalhas, sweats como armaduras, uns chegavam e outros subiam as rampas para ver as ondas e decidirem o que faziam naquele frio. Poucas ondas nesse dia, poucos surfistas também.
Vesti o fato, tinha necessidade de apanhar uma onda, por muito pequeno que tivesse, haveria de ter a minha onda do dia. Mais que a onda tinha de estar só, de pensar de sentir o frio e o mar a passar por mim num duck dive. Tocar o sal com a ponta da língua.
Entrei.
Remei, remei, set de ondas pequenas, pensei, mas a minha onda estaria por aparecer, acreditava nisso.
Um pouco depois parei, sentei-me. Não tinha ninguém perto de mim. Na praia algumas pessoas caminhavam ou estavam sentadas na areia. Os pescadores lançavam a linha na busca de uma noticia boa para o seu dia de horas lentas. Ciclistas passavam no seu ritmo musicado de grupo de amigos. Uns caminhanheiros da manhâ paravam e olhavam a imensidão de paz azul que se estendia nesse dia.
eu só, e nem um som à minha volta, nada. nao ouvia simplesmete nada.
Sinto falta da minha família, da risada e das maluqueiras de nós todos. No fundo falta-me a minha onda que senti nesse dia não ia aparecer mesmo.
livra tá um silêncio...
(dedico a toda família essência estas letras, gostava de ter a minha onda de novo...)
acabei de ler um livro sobre a amizade e que gostei muito, quem gostar de ler aconselho
"as velas ardem até ao fim", de Sandor Marai
sábado, 23 de abril de 2011
breve apelo à familia essencia...

De longe vejo uma familia separada.
Saudades dos tempos em que nos juntávamos para umas ondas ou umas grandes risadas.
Fiz um retiro na Arrifana por uns dias, só eu e o Francisco... surfei, com o meu filho, grandes ondas grandes risadas e uma grande paz instalou-se entre nós os dois.
Gostava que a paz se instalasse de novo na familia Essencia...
Pensem nisto...
recomendo a leitura de um livro que li muito recentemente e tocou-me de forma excepcional:
abraço a todos beijos a todas
quinta-feira, 3 de março de 2011

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
sesimbra... nova paixão
...ora bem conto este pequeno episódio porque este sábado esteve uma ondas muito boas em sesimbra. E quem foi foi quem não foi, perdeu... local sesimbra. Tempo espectacular. Muito crowd mas pacifico e as ondas davam para todos, sem stress...
eu e a body divertimo-nos muito, é isto que interessa no mar, divertimento... uma hora e meia de grande divertimento, muito riso e muito love a antecipar o dia dos namorados (este é a frase pirosa do paralelo)...
no final ficámos com mais uma praia de eleição para surfar, portanto venha lá esse mar grande na costa, porque como disse o miro quando o swel está de norte com vagas do sul e o vento off shore com variações alternadas para on shore e com periodo de vaga cadenciado e altura de meio metro a atirar para os três, quando isto tudo se conjuga, meus amigos rumem a sesimbra... o miro é que sabe.
estamos em mais um inicio da semana trabalhosa para quem tem de labutar por este país ... e as ondas estão aí no próximo fim de semana... portanto, amigos vamos trabalhar com afinco e vão ver que não custa nada a passar a semana.
gostava de pedir ao amigo abelhas que a partir de hoje, dia 14 de Fevereiro (ah!!! é dia dos namorados hoje... só um momento que eu venho já...
... ora aqui estou de novo fui ali só dar uma com a body antes que este dia acabe), e onde ia eu?? já sei, o abelhas que não prometa mais nada aos amigos, sabemos que ele não vai cumprir, apesar de termos sempre uma leve esperança de que ele cumpra, o que faz com que esperemos pela sua presença e isso não acontece. Digo isto por um célebre domingo, segundo ele de pica paus, que o impossibilitaram de estar junto dos amigos e também no ultimo fim de semana afirmou ser o primeiro a chegar e o último a sair e... nem abelha vespa ou vespão, nem zumbido, nem resposta ao sms a convidar para surfar em sesimbra... deve andar outra vez com a passarada que pica nas árvores...
vou terminar esta nota e recomendo a leitura da revista Vert, ultima edição. muito bom como sempre os artigos e as fotos. chamo atenção especial para o ultimo numero da revista intelligent life, edição trimestral do jornal The Economist, onde consta um artigo sobre surf nas águas geladas da escandinávia, esplêndido.
aqui vou eu para mais uma nesta noite de dia dos namorados, hoje é que isto vai gastar...
abraço para eles e beijos para elas
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

hoje ainda é terça... livra que o tempo corre, mas as ondas é que não aparecem.
natinho está de viagem, martinha está de partida, ex-fumaça está com filha, ricky foi com o natinho, abelhas cuida da cadela maria, marta enfermeira de lua de mel na republica dominicana, bruno streque doente, bruno sininho deve andar a aprender sevilhanas, pedro super homem anda desencontrado, flamenca não se ouve nem se sabe onde anda, belchior há muito que anda noutra onda, ceguinho não se vê, ritinha anda de mãe atarefada e preocupada, ana marques anda no youga e nas experimentações radicais, o alex ausente desde que casou e tem nova casa...
é assim nas grandes familias crescem e depois vão à vida... como diz pedro super homem não é dificil arranjar amigos o que dá trabalho é mantê-los...
acho que vou fazer como o abelhas e uma vez por outra visitar 154 pica-paus pela manha... pode ser que se fizermos todos esta visita aos pica-paus nos encontremos em futuro proximo nas sessões da essencia dos alcoólicos conhecidos.
amigos vamos para mais uma semana de trabalho com os olhos postos nas ondas de fim de semana. e eu garanto-vos que no sábado e domingo não saio da praia para não acontecer o que aconteceu no fim de semana passado.
fiquem bem...
domingo, 6 de fevereiro de 2011
domingo de youga, e não yóga, como a nossa martinha corrige e bem... eu e a body chegámos tarde, como sabm fim de semana sem filhos o descanso é mais longo... eh eh tudo seguro que já chega de filharada... bem, mas fomos ter com a martinha tal como tinhamos combinado, enviei sms para o amigo abelhas e nada, já desconfiava ele tinha estado connosco no sábada à tarde com a cadela maria que depois deve ter partido para a noite e encontrado outra cadela que o protegeu e aconchegou até mais tarde ... ai que isto hoje não avança, chegámos à praia e lá estava toda a gente no youga, ou yóga. eles e elas contorciam-se sob o comamdo da nossa menina Ana e era uma alegria de ver... o que achei engraçado era que quem via não falava alto, ou melhor normal, era comos se estivesse um aviso: SILENCIO. Mas enfim lá se contorciam e contorciam. estava o Pedro Cara Palida mais o Boy a falar quando chegámos que se contorciam tambem mas era para uma sereia que estava a antecipar o verão, ou era sem abrigo??? estava um pouco de frio e ela não tinha roupa nenhuma...
como não havia ondas eu e a body partimos para outras paragens... e surpresa à tarde deu umas ondas na costa... não é possivel um tipo passa a semana a pensar na ondas e o mar faz uma destas...
enfim familia vamos lá para mais uma semana de trabalhinho, não é como o nosso natinho e o Ricky que tem pais tios tias avós ricos que proporcionam viagens à neve e outras paragens em outras alturas do ano... a partir de agora não queremos saber para onde vão podem ir onde quiserem não nos importa, e como estamos em familia eles os dois ficam como aqueles parentes que vivem e trabalham longe tipo emigrantes.
portanto para os que ficam boa semana ...
sábado, 5 de fevereiro de 2011
bem mas isso são outras histórias ...
esta postagem de hoje é só para lembrar e convocar toda a familia a estar na praia da rainha, dia 6 de Fevereiro, para a despedida da Martinha... avisem a familia.
o natinho está de partida para a neve ... o que ele não dá para andar fora longe das fraldas da beatriz. pois é fazer filhos não custa nada é um prazer depois é que são elas...
divirtam-se e amnahã temos de estar juntos...
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

segunda-feira, 27 de julho de 2009
os fins de semana assim não tem o sabor que gostamos, da nossa família toda reunida na risada, a dizer mal de uns e outros na frente de todos, e quantas vezes nos damos a falar mal de nós próprios.
não há ondas na nossa praia...
o entardecer não é igual a tantos outros entardeceres, cavalgando nas ondas ou vendo as gaivotas a razar o pico das ondas... quantas vezes não sonhámos ser uma gaivota para voar assim...
Estes dias da semana são mais dolorosos quando não há ondas...
Até há um tempo atrás esta coisa de procurar a onda, não tinha o significado que hoje tem, a malta do surf era vista, por mim e por todos aqueles que viam esta tribo de fora, como uns maluquinhos que só pensam nas ondas, praia, prancha, comer e dormir. E muito disto é verdade, a pura da verdade, quantos vão numa surf trip e durante a viagem dormem desde que entram na carrinha até que chegam à praia, quantas vezes o natinho diz que leva 9 pessoas na surf trip e viaja sózinho ao volante (também é verdade que quando não é ele a conduzir dorme que nem um urso no inverno). E as surf trips é surfar, comer (por vezes empanturram-se em bolachas e sumos de fruta em pacote sem esquecer a maravilhosa massa à bolonhesa dia sim dia sim) e partem para novas ondas de viagens a dormir, até ao próximo pico. Mas isto é visto por quem está de fora, quem está dentro desta tribo das ondas, vê mais, muito mais. vemos camaradagem vemos preocupações entre os membros do grupo, miúdas e miúdos com grande sentido de responsabilidade e que lutam no dia a dia para ter boas notas e ganharem mais que o diploma ou o passar de ano, ganham tempo livre para partirem na busca das ondas, em busca do melhor tempo de praia.
Quando estamos juntos fala-se de muita coisa e de ondas, fala-se de muitas ondas que se surfaram e de muita coisa, e além desta nossa conversa, o que mais gostamos é de estarmos todos juntos, e quando não estamos perguntamos uns pelos outros, e comentamos "há tanto tempo que não vejo esse gajo" , "essa miúda anda fugida de nós há muito". Ou quando aconteceu comigo e a body o ano passado, depois de umas férias chegámos à casa da essência e o natinho disse "já tinha saudades vossas". É muito bom ouvir isto e cada vez tem mais sentido a frase que eu tantas vezes digo "o surf não é tudo na vida". Não não é tudo, os amigos e a família é que são tudo na vida. Eu e a body desde que entrámos na essência ganhámos amigos, amigos que não tínhamos, amigos que nos fazem rir amigos, com quem gostamos de estar e sentimos falta quando não há ondas... e família essência digo-vos uma coisa tem havido poucas ondas nos últimos tempos e algumas vezes, por muito que remamos como se a onda que queremos apanhar seja a última onda, ela passa por nós e ficamos sem onda, mas olho para o lado e depois de passar a onda lá está a nossa família, uns vão outros ficam outros voltam, mas no fundo os de quem nós gostamos vão apanhando a mesma onda...
hoje não coloco fotos e faço um convite aos meus amigos, palhaços, companheiros de ondas a visitar a minha galeria de fotos (brincadeiras que faço e vou expondo para todos), espero que gostem...
a galeria do paralelo está em http://www.canalfoto.org/galeria/fotos_user/u_id/3638/
como leitura venho propor um dos livros, que ainda não li, mas que muita gente tem falado como um dos livros mais bonitos e de uma escrita espantosa sobre a amizade, o autor é Sandor Márai e o titulo "as velas ardem até ao fim".
as férias estão a chegar e este ano para a nossa família vai ser muito bom, com as ondas das Maldivas.
Como diz o natinho ainda há lugares para a partida a 25 de Setembro, juntem uns cobres e venham connosco. o X-men, mais conhecido pelo Wolverino brazuca também vai, foi o ultimo a entrar.
até à próxima onda...
quarta-feira, 22 de julho de 2009
aqui deste lugar, voltado para o mar,
olho o meu passado!!
corpo vazio comparado como que já tive,
corpo cheio comparado com o que vou ter...
aqui deste lugar, voltado para o mar,
o sonho voa alto nas falésias.
amigos ausentes, palhaços constantes, camaradas de todos os dias, família
estou triste... desde domingo que ando triste. Não tem havido ondas e essa ausência só alimenta o meu estado de desespero por uma surfada com os amigos. Como se isso não bastasse a comemoração do aniversário da retinha da praia não correu bem e para terminar o fim de semana o churrasco na praia foi composto com muitas falhas da família, em tempo de chegada e tempo de estar, ex-fumaça adormeceu, alex da prancha tinha de regressar a casa... no entanto continuam a aparecer o tripeirinho e su muchacha, surfinha, ceguinho e sandra lateira, esmeralda a captar todos os momentos da nossa amizade, e novos companheiros. Todos para saborear um petisco e para falar na nossa grande viagem às Maldivas. Paralelo e Body tinha a sua filharada, sempre um grande acontecimento para eles os churrascos na praia...
foi um bom final de dia para os acontecimentos deste fim de semana...
gostava que estivesse mais gente, apesar de saber que na essência o que corre melhor são as coisas não programadas...
desculpem esta postagem de hoje, mais sério, mas como disse no inicio estou triste, triste desde domingo...
estou a ler "Capitães da Areia" do Jorge Amado, faz pensar sobre a culpa que todos temos no alheamento do que nos rodeia e nas consequências que traz para o grupo onde vivemos e estamos. Oiçam Jason Mraz (grande som, especialmente as canções que não passam na rádio) e Rob Thomas, qualquer uma vale a pena.
quarta-feira, 15 de julho de 2009
galeria da essencia family...
surfinha e body agitando o dia da rip curl...



marta duplica a aparição, garanto que não subornou o paralelo, mas como é a que menos fala é a que mais acerta...
...fundamentalista das sevilhanas recusou-se a hula hular nas areias escaldantes do castelo...

a retinha na frescura dos seus lindos aninhos (que fazem inveja a qualquer um) ali estava de sorriso brilhante... do outro lado natinho embevecido mostrava a prova do seu amor sorrindo cintilantemente...
surfar não é tudo, lembram-se... as nossas meninas são muita coisa também...









































